Argyreia Nervosa Muda viva

R$ 25,00
Uma muda viva R$25,00 Informações Gerais Conhecida como: Hawaiian baby woodrose, Cordão de seda, Trepadeira elefante, Morning Glory prateada, Woolly Morning Glory. Nativa da Índia oriental e Bangladesh, também se encontrapresente nas ilhas pacificas da Polinésia Francesa, Hawaii e Tonga. Cresce apoiada em outras árvores ou suportes e pode chegar a medir 9 m ou mais. As folhas tem forma de coração e geralmente medem de 15 – 25 cm de comprimento e 13 – 2,0 cm de largura. Sépalas medindo 1,3 – 1,5 cm. As flores tem forma de trompete, medindo 5 – 7,5 cm de comprimento e saem das axiais das folhas. Os frutos são lenhosos e medem 1 – 2 cm de diâmetro. Os frutos secos são muito usados como artigos decorativos, são chamados de rosa de madeira (wood rose) porque as sépalas que ficam em volta dos frutos também são lenhosas, gerando um aspecto de uma flor de madeira. Cultivo Deve-se deixar a semente mergulhada em água por cerca de 12 horas para quebrar a dormência, após isso se deve enterrar a semente cerca de 0,5 cm no solo. O Solo deve ter boa drenagem. È uma planta que gosta de sol e sombra equilibradas e água em abundância. Tem um sistema radicular (raízes) muito grande e forte, por isso não se desenvolve bem em vasos, necessitando estar plantada direto no chão para que tenha um bom crescimento. Pode-se retirar mudas por “cortes” de plantas adultas.

Bobinsana (Calliandra angustifolia)

R$ 75,00
50g 75 reais

Bobinsana: A Guardiã do Rio na Tradição Amazônica

No vasto e misterioso mundo das plantas etnobotânicas, poucas espécies carregam consigo tanta delicadeza e poder espiritual quanto a bobinsana (Calliandra angustifolia). Com suas flores rosa vibrantes e sua presença graciosa nas margens dos rios amazônicos, essa planta é muito mais do que um belo ornamento da floresta — ela é um espírito de cura, força emocional e conexão profunda com a água e com o coração humano.

História e Tradição Amazônica

A bobinsana é nativa da Bacia Amazônica e amplamente conhecida entre diversos povos indígenas, incluindo os Shipibo-Conibo, Asháninka e outras comunidades do Peru, Brasil e Bolívia. Tradicionalmente, ela é utilizada em práticas xamânicas e é considerada uma planta mestra — ou seja, uma planta com espírito próprio, capaz de ensinar, curar e guiar os que se conectam com ela.

Os povos indígenas utilizam a bobinsana há séculos, geralmente em forma de chá, tintura ou como parte de dietas espirituais (as chamadas dietas de plantas mestres), em que o indivíduo se isola em meio à floresta para consumir a planta e receber seus ensinamentos por meio de sonhos, visões e introspecções.

Bobinsana como Planta Mestra

Diferente de plantas mais conhecidas como a ayahuasca ou o tabaco, a bobinsana não é psicoativa nos moldes clássicos. Seus efeitos são sutis, mas profundos. Ela é associada ao despertar do coração, à cura de traumas emocionais, à empatia e ao fortalecimento do espírito. Muitas pessoas relatam um sentimento de leveza, compaixão e conexão com a natureza após interagir com a planta.

Na medicina tradicional, ela também é conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, tônicas e até afrodisíacas. É comum seu uso para tratar dores articulares, reumatismo e até como suporte no tratamento de doenças respiratórias.

Espírito das Águas

Culturalmente, a bobinsana é vista como um espírito feminino, profundamente ligado aos rios e à energia fluida da água. Algumas tradições chamânicas a consideram uma “mãe guardiã das águas” — um arquétipo feminino que traz limpeza emocional e sabedoria intuitiva. Por isso, ela costuma ser plantada perto de rios, onde floresce exuberante, como uma extensão viva da fluidez emocional e da espiritualidade aquática.

Cultivo e Sustentabilidade

Por ser uma planta nativa da Amazônia, a bobinsana gosta de ambientes úmidos e com bastante luz solar indireta. Seu cultivo fora do ambiente amazônico é possível, mas requer cuidado com a qualidade do solo e da irrigação. Devido ao seu crescente interesse por parte de buscadores espirituais e terapeutas integrativos, é fundamental que o uso da bobinsana seja feito de forma ética e sustentável, com respeito às comunidades tradicionais que preservam seu uso ancestral.

Considerações Finais

A bobinsana é uma planta de sutilezas e silêncios. Ela não grita, não impõe visões, não gera êxtase — ela sussurra ao coração. É uma aliada para aqueles que buscam cura emocional, reconexão com o feminino e sabedoria ancestral da floresta. Em um mundo que corre e consome, a bobinsana nos convida a sentir, pausar e escutar.

Se você busca uma jornada de autoconhecimento com raízes profundas e flores delicadas, talvez seja hora de deixar a bobinsana te guiar pelos rios interiores do seu próprio ser.


Aviso: O uso de plantas medicinais e etnobotânicas deve ser feito com responsabilidade. Sempre consulte especialistas, respeite as tradições locais e evite o uso recreativo ou desinformado. A bobinsana é uma planta poderosa e deve ser tratada com reverência.

Cacto San Pedro – Mudas Vivas – 15cm – 20cm

R$ 100,00
Cacto San Pedro - Mudas Vivas - 15cm - 20cm - R$100,00 Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). O San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu “poder” ou “virtude”, e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito.  

Cacto San Pedro em pedaços “chips” (Matucana) – Peru

R$ 100,00
  R$100,00 - 100 gramas em lascas desidratadas do cacto Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Cacto San Pedro em pedaços (Matucana) – Peru Promoção 1 kilo

R$ 850,00
R$850,00 - 1 Kilo em lascas desidratadas do cacto Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Cacto San Pedro em pó -(Matucana) Peru

R$ 130,00
R$130,00 - 100 gramas em pó. Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Cacto San Pedro em pó -(Matucana) Peru 1kg

R$ 1.000,00
R$1000,00 - 1 kg em pó. Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Cacto San Pedro em pó -(Matucana) Peru 300g

R$ 315,00
R$315,00 - 300 gramas em pó. Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Chaliponga

R$ 100,00

Chaliponga

100g 100 reais
A Chaliponga ou chagropanga é uma espécie que possui em suas folhas e caules triptaminas que também são endógenas e psicoativas, ou seja, produzidas no próprio corpo do ser humano e neuromoduladoras: N, N-DMT e 5-MeO-DMT. Além de possuir N-metiltreta-beta-carbolina, um análogo estrutural também psicoativo, a Diplopterys Cabtrerana pode armazenar em suas folhas metiltriptamina e bufotenina, também alcalóides com potencial psicodélico, gerando efeitos psicotrópicos de limpeza mental por uma média de 4h. Usada para defumação e especialmente como aditivo nos feitios de Ayahuasca, junto da sinergia entre o Jagube e a Chacrona, é um extrato a ser infusionado por uma média de 4h-12 horas em água quente, sendo indicado para ingestão 5gr como dose leve; 10gr como dose normal; e 15gr como dose forte.

Chaliponga: A Folha do Voo na Medicina Ancestral Amazônica

No coração da floresta amazônica, entre rios, lianas e cânticos de cura, existe uma planta sagrada que carrega o poder de abrir portais para outras realidades: a Chaliponga (Diplopterys cabrerana). Também conhecida como Chagropanga, Oco yagé ou simplesmente chali, essa trepadeira de folhas largas é considerada uma das mais potentes plantas visionárias da Amazônia — e uma das principais fontes de DMT usadas em brebagens enteógenas como a ayahuasca.

Embora seja menos conhecida fora dos círculos xamânicos do que a famosa Banisteriopsis caapi, a Chaliponga desempenha um papel central em muitas tradições indígenas e é considerada uma planta de voo espiritual e sabedoria profunda.


História e Tradição

A Chaliponga é usada há séculos por diversos povos indígenas da Amazônia, como os Shuar, Cofan, Siona, Secoya e Kichwa, principalmente na região do alto rio Napo e Putumayo (Peru, Colômbia e Equador). Ela é frequentemente associada à ayahuasca, pois é um dos ingredientes que, combinados com a videira caapi, permite ao bebedor acessar estados alterados de consciência com clareza, visão e profundidade.

Diferente da Psychotria viridis (chacrona), mais comum no uso ayahuasqueiro do Brasil, a Chaliponga é usada principalmente por curandeiros do norte da Amazônia por seu conteúdo mais elevado de alcaloides, como N,N-DMT e 5-MeO-DMT — substâncias naturalmente presentes em muitas plantas visionárias.


Efeitos Espirituais e Visionários

A Chaliponga é reverenciada por seus efeitos visuais intensos, sua capacidade de induzir experiências místicas profundas, e por trazer visões de caráter espiritual, simbólico ou ancestral. Quando combinada com a caapi (que inibe a MAO e permite a ação oral do DMT), ela se torna parte de uma poção que os xamãs chamam de “yagé” ou “daime”, dependendo da linhagem cultural.

Efeitos comuns relatados:

  • Visões coloridas, arquetípicas ou mitológicas

  • Percepções de seres espirituais, animais de poder ou ancestrais

  • Sensação de "voar" ou sair do corpo

  • Acesso a lembranças reprimidas ou inconscientes

  • Sentimento de unidade com a natureza e o cosmos

  • Estados de cura emocional ou catarses profundas

Em tradições indígenas, essas visões não são encaradas como alucinações, mas como experiências reais de contato com o mundo espiritual, que ajudam o curandeiro ou o praticante a diagnosticar doenças, compreender o destino e alinhar-se com o “caminho certo”.


Uso Cultural e Cerimonial

A Chaliponga raramente é usada sozinha. Seu poder é considerado tão intenso que é quase sempre combinado com a Banisteriopsis caapi, a videira que os indígenas chamam de “a mãe” da bebida. Enquanto a caapi conduz, purga e ensina, a Chaliponga “mostra” — é ela quem traz as visões, os arquétipos, os ensinamentos simbólicos.

Algumas linhagens de xamanismo vegetal preferem a Chaliponga à chacrona por suas visões mais nítidas, duradouras e por vezes mais cósmicas. Mas também é conhecida por provocar experiências mais desafiadoras, exigindo respeito, preparação espiritual e orientação adequada.

Em rituais, ela é tratada com reverência. Canta-se para ela, pede-se permissão ao seu espírito, e sua colheita é feita com cuidado e intenção.


A Chaliponga na Etnobotânica Moderna

Com o crescente interesse global na medicina ancestral amazônica, a Chaliponga passou a chamar a atenção de pesquisadores e buscadores espirituais fora da floresta. Seus componentes ativos — especialmente o 5-MeO-DMT, uma substância que também ocorre em sapos e outras plantas — despertam curiosidade tanto científica quanto mística.

Contudo, é fundamental lembrar que, fora do contexto tradicional, seu uso pode ser intenso e até perigoso. O ideal é que seu consumo ocorra dentro de rituais guiados por especialistas, com respeito às tradições que mantêm esse conhecimento vivo.


Conclusão: A Folha do Céu

A Chaliponga não é uma planta qualquer. Ela é considerada uma ponte entre mundos, uma guia para quem deseja se aprofundar nos mistérios do espírito, na cura da alma e na sabedoria ancestral da floresta.

Se a caapi é a videira que conecta, a Chaliponga é a folha que mostra. Ela revela, ensina e transforma — mas apenas aos que se aproximam com humildade, coragem e reverência.


Aviso: O uso de plantas visionárias deve ser feito com conhecimento, respeito e acompanhamento adequado. Chaliponga contém substâncias psicoativas potentes e deve ser usada somente em contextos ritualísticos e terapêuticos apropriados.

Chuchuhuasi Peruana

R$ 110,00
CHUCHUHUASI PERUANA 100 gramas - R$110,00 O Maytenus Laevis é uma árvore nativa da amazonia e dos países ao redor como Equador, Colombia, Bolivia e Peru. Pode chegar a crescer cerca de 25 metros com 55cm de diâmetro. Para que serve Possui propriedades médicas que são usadas por comunidades ancestrais da Amazonia para preparar bebidas e insumos médicos, bastante úteis para tratar algumas doenças próprias da comunidade. Por outro lado, o interior que se encontra em contato com o tronco da árvore é usado para preparar um licor feito a base de corte interno mesclado com álcool ou aguardente. BENEFICIOS DEL CHUCHUWASI Era utilizado há séculos por diversas comunidades da selva amazonica por suas propiedades medicinales e afrodisìacas. Se utiliza tradicionalmente como:
  • Afrodisíaco, incrementa la libido (masculina y femenina)
  • Útil para tonificar, para equilibrar y para reforzar el sistema hormonal
  • Corrige irregularidades menstruais e combate a dor e as câimbras que produz.
  • É analgésico, relajante muscular, anti-inflamatorio em condições ósseas e articulares
  • Antirreumático,  cura artrites (artrites reumatoide, osteoporose) e dores lumbares
  • Combate distúrbios estomacais
  • Fortalece el sistema imunológico (inmunoestimulante)
  • Protege contra a radiación• Contrariar problemas hepáticos e inflamações renais
  • Restaurador após o parto.
   

Copal Preto resina

R$ 30,00
Incenso resina andino e natural importado do Peru Aroma agradável. Usado em cerimonias por várias etnias. Além de trazer uma vibração de purificação, auxilia em meditações e cerimonias. 35 gramas 30 reais

Extrato cogumelo Cordyceps (Cordyceps militaris)

R$ 65,00
30ml 65 reais
Extrato Hidro-alcoólico de corpos frutíferos de cogumelos da espécie Cordyceps militaris. - Dóngchóng xiacão (冬 虫 夏 草 ).
O cogumelo Cordyceps (Cordyceps militaris), Também conhecido como dōng chóng xià cǎo (冬 虫 夏 草). Amplamente valorizado na Medicina Tradicional Chinesa, é conhecido por fortalecer o Qi energia vital, melhorar a resistência física e promover a vitalidade. Rico em compostos bioativos, ele otimiza a função pulmonar, fortalece o sistema imunológico e combate a fadiga. Tradicionalmente, é usado para tratar problemas respiratórios e melhorar a libido. Pesquisas modernas destacam seus benefícios no desempenho físico na saúde cardíaca, tornando-o um aliado essencial para energia e equilíbrio.
Sugestão de consumo:
0.5 ml ou 20 gotas de 1 a 3 vezes ao dia, preferível o uso no café da manhã. Ou,
1ml 30min antes do treino.
Consumir puro, ou em alimentos e bebidas.
AGITE ANTES DE USAR
Os extratos são feitos 100% de corpos frutíferos (Cogumelos) em dupla extração com álcool de cereais, e água destilada. Com aproximadamente 30% de extrato alcoólico.
Seguem rigorosos padrões de controle de qualidade e são feitos à partir de técnicas de extração à baixo calor , favorecendo assim a preservação de moléculas bioativas.
 Volume do frasco 30ml
Concentração dos extratos: 1,1 g de cogumelo por ml de extrato
Validade de 1 ano após a data de fabricação
Para conservação manter o produto bem fechado e guardar em temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta e longe de fontes de calor e umidade. Manter sempre a tampa bem fechada.
Em casos de doenças ou patologias pré-existentes consultar seu medico ou nutricionista.
OS EXTRATOS NÂO SÂO MEDICAMENTOS, Portanto não substituem tratamentos convencionais.
Não indicado para gestantes ou lactantes.
Nossos produtos são regulados pela RDC 901/2024.
Esse produto é dispensado de registro sanitário na ANVISA.